segunda-feira, dezembro 04, 2006
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Nicola Rinaldi
O meu amor faísca na medula,... É todo fome, e eis que repete a gula... O meu amor, paralisado, pula... Pulula, ulula... O meu amor é tudo que, morrendo, não morre todo, e fica no ar, parado.
Carlos Drummond de Andrade
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