quinta-feira, abril 10, 2008

Cada linha que naveguei
foi-me marcadana pele.
quantos mapas desenhei
em outros corpos e quantos
terminam em lágrimase quantos
apaguei depois
de esquecer o sorriso
onde o sorriso começou?
o que te digo
com a ponta dos dedos e
um pouco de cansaço nos lábios:
ainda existe em alguém um certo desejo
de deixar em mim a última linha?
*Luciana*

quarta-feira, março 19, 2008

O amor é tão mais fatal do que eu havia pensado,
o amor é tão mais inerente quanto a própria carência,
e nós somos garantidos por uma necessidade
que se renovará continuamente.
O amor já está, está sempre.(...)
foto extraída do blog Plan(o)alto